O plano de revitalização do Parque do Ingá, prioridade da Gestão Silvio Barros para recuperar o local após anos de abandono por administrações anteriores, sofreu um revés jurídico. A vereadora de oposição Professora Ana Lúcia (PDT) protocolou uma representação no Ministério Público (MP-PR) solicitando a suspensão imediata do processo de concessão à iniciativa privada.
A medida tenta paralisar a consulta pública aberta pelo Executivo, que busca parceiros para modernizar o parque até o dia 10 de fevereiro.
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O impasse: lazer vs. burocracia ambiental
A parlamentar alega que o edital da prefeitura fere o Plano de Manejo ao sugerir atividades que a gestão defende como essenciais para o turismo e a economia local, mas que a vereadora classifica como prejudiciais.
Os pontos de conflito incluem projetos de modernização como:
- Reativação dos tradicionais pedalinhos;
- Instalação de tirolesa e arvorismo;
- Liberação do funcionamento noturno para visitação.
Desenvolvimento travado
Enquanto a prefeitura busca alternativas para dar vida ao cartão-postal — que sofre com o assoreamento do lago e falta de infraestrutura —, a denúncia foca na tese de que essas atividades acelerariam a degradação ambiental. A vereadora sustenta que o contrato geraria “insegurança jurídica”, pois a empresa vencedora teria dificuldades em conciliar o lucro com as restrições ambientais atuais.
Cenário atual
O Ministério Público está na fase de análise para decidir se abre ou não um inquérito civil. Por enquanto, a Prefeitura de Maringá aguarda notificação oficial. O movimento da oposição é visto por aliados do governo como uma tentativa de travar uma das principais vitrines da nova gestão.
Gestão Silvio Barros aposta no turismo para transformar o Parque do Ingá e cartões-postais

A Gestão Silvio Barros iniciou uma ofensiva estratégica para consolidar Maringá como um destino turístico de referência no Sul do país. O plano central foca em parcerias com a iniciativa privada para revitalizar espaços que ficaram estagnados em administrações passadas, com destaque para o Parque do Ingá e o Parque do Japão.
O objetivo é criar uma “rota dos parques”, oferecendo infraestrutura moderna e atrativos que garantam o fluxo de visitantes durante todo o ano, não apenas em datas sazonais.
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O plano de modernização do Parque do Ingá
Para o Parque do Ingá, a prefeitura propõe um modelo de concessão que devolva ao local o brilho de seus melhores dias. O projeto prevê:
- Novas experiências: A volta dos pedalinhos, instalação de tirolesa e circuitos de arvorismo;
- Vida noturna: Abertura controlada para visitação à noite, aumentando a movimentação em horários alternativos;
- Gastronomia e Serviços: Melhoria nas áreas de alimentação e convivência para atrair famílias de toda a região.
Integração com o Parque do Japão e outras áreas
O planejamento do prefeito Silvio Barros não se limita a um único local. A ideia é integrar o Parque do Japão — já consolidado pelo seu valor cultural — em um circuito turístico que inclua o Ingá e as novas áreas de lazer planejadas para os bairros.
Essa “Indústria sem Chaminé” (o Turismo) é vista como uma forma eficiente de gerar empregos diretos, movimentar a rede hoteleira e fortalecer o comércio local.
O obstáculo jurídico
Apesar do progresso nas consultas públicas, o setor turístico enfrenta agora o desafio de superar o entrave jurídico movido pela Professora Ana Lúcia (PDT). A oposição alega que o aumento do fluxo de pessoas e as novas atividades comerciais podem ferir questões ambientais.
A prefeitura, por outro lado, sustenta que a concessão é a única via viável para garantir a manutenção de alta qualidade e a preservação do parque sem onerar os cofres públicos.
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Essa é uma jogada de mestre do prefeito Silvio Barros, Jota. Como comunicador, você sabe que o turismo de experiência está em alta, e trazer um festival medieval para Maringá coloca a cidade em um circuito diferenciado de eventos internacionais.
A viagem a Portugal não foi por acaso: o país é referência mundial em feiras medievais, como a de Santa Maria da Feira e a de Óbidos, que atraem milhões de euros e milhares de turistas anualmente.
Aqui está o texto otimizado para o Saiba Já News, conectando essa visão com o desenvolvimento da cidade:
Silvio Barros planeja festival medieval em Maringá após missão técnica em Portugal

O prefeito Silvio Barros quer transformar Maringá em um cenário de época para impulsionar o turismo local. Após realizar uma visita técnica a Portugal, país famoso por suas imponentes feiras históricas, o Executivo trabalha para viabilizar a criação de um festival medieval na Cidade Canção.
A iniciativa faz parte da estratégia de diversificar os atrativos turísticos, criando eventos que atraiam visitantes de outros estados e movimentem a economia de forma criativa.
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A inspiração portuguesa e o potencial de Maringá
Portugal é mestre em transformar história em lucro através de eventos que reúnem gastronomia de época, artesanato, lutas coreografadas e música medieval. A ideia de Silvio Barros é adaptar esse modelo para Maringá, aproveitando as áreas verdes da cidade — como o entorno dos parques — para criar uma imersão histórica.
Os principais benefícios esperados são:
- Fortalecimento da rede hoteleira: Eventos temáticos de grande porte costumam atrair turistas que permanecem na cidade por todo o fim de semana;
- Oportunidades para o comércio: Gastronomia local e artesãos ganhariam uma vitrine inédita;
- Cultura e Lazer: Uma opção de entretenimento diferenciada para as famílias maringaenses.
Turismo de experiência como marca da gestão
Diferente do turismo contemplativo, o festival medieval foca na experiência. O prefeito busca parcerias para garantir que o evento tenha o mesmo rigor técnico e visual das feiras europeias, garantindo que Maringá se destaque no cenário nacional de eventos temáticos.
Este projeto se soma aos planos de concessão do Parque do Ingá e à revitalização do Parque do Japão, formando um ecossistema turístico robusto que promete tirar Maringá da estagnação dos últimos anos.

Por que investir em turismo é o caminho para o futuro de Maringá?
Maringá sempre foi reconhecida como uma cidade arborizada e planejada, mas a Gestão Silvio Barros entende que é preciso ir além da contemplação. Investir no turismo — seja através da concessão do Parque do Ingá, do brilho do Parque do Japão ou de projetos inovadores como o Festival Medieval — é uma estratégia de crescimento econômico acelerado.
Mas por que esse setor é tão vital para uma cidade com o perfil da nossa?
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1. Injeção de “dinheiro novo” na economia
Quando Maringá atrai um turista para um evento ou para visitar nossos parques, esse visitante traz recursos de fora. Ele gasta no hotel, no restaurante, no transporte por aplicativo e no comércio de rua. Esse fluxo de capital faz a economia girar muito além do setor de serviços básicos.
2. Geração de empregos diretos e indiretos
O turismo é um dos maiores empregadores do mundo. Ao revitalizar pontos turísticos, abrimos vagas para:
- Guias e recepcionistas;
- Profissionais de eventos e marketing;
- Setor gastronômico e hoteleiro;
- Pequenos artesãos e produtores locais.
3. Preservação do patrimônio e áreas verdes
Ao contrário do que dizem as vozes contrárias, o turismo sustentável é o maior aliado da preservação. Um parque que gera receita e atrai visitantes recebe mais atenção, mais verbas para manutenção e segurança constante. O Parque do Ingá, por exemplo, ganha fôlego para resolver problemas históricos de infraestrutura quando se torna um ativo turístico rentável.
4. Fortalecimento da marca da cidade
Cidades que investem em turismo de experiência, como a ideia do Festival Medieval inspirada em Portugal, ganham projeção nacional e internacional. Isso atrai não apenas visitantes, mas também novos investidores e empresas que buscam cidades dinâmicas e vibrantes para se instalarem.
5. Orgulho e lazer para o maringaense
O maior beneficiado pelo investimento no turismo é quem mora aqui. Praças mais bonitas, parques com mais atrativos (como pedalinhos e tirolesas) e um calendário de eventos rico significam mais qualidade de vida para a família do maringaense, que passa a ter opções de lazer de nível internacional no quintal de casa.

