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Leitura: Campanha para diagnóstico de ceratocone atende 150 pacientes neste sábado, 15
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Saiba Já News > Últimas Notícias > Maringá > Campanha para diagnóstico de ceratocone atende 150 pacientes neste sábado, 15
Maringá

Campanha para diagnóstico de ceratocone atende 150 pacientes neste sábado, 15

Iniciativa faz parte do ‘Junho Violeta’, campanha para conscientização e combate da doença

Campanha para diagnóstico de ceratocone
A ação será a partir das 8h30 no Shopping Maringá Park e realizará exames de topografia e pentacam, além de outros atendimentos (Crédito: Freepik)
Carlos Jota Silva
Ultima atualização: 14 de Junho de 2024 10:18
Carlos Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
Publicado em 14 de Junho de 2024
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O mês de junho é marcado pelo ‘Junho Violeta’, iniciativa que alerta para a importância da prevenção e diagnóstico precoce do ceratocone, doença ocular que danifica a estrutura da córnea. Neste sábado, 15, haverá campanha para diagnóstico do ceratocone com mutirão para atendimento de 150 pacientes encaminhados pelo município. A ação será a partir das 8h30 no Shopping Maringá Park e realizará exames de topografia e pentacam, além de outros atendimentos.  

A campanha é realizada pela Prefeitura de Maringá, Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Sociedade Brasileira de Córnea e Banco de Tecidos, Associação Paranaense de Oftalmologia e Sociedade Médica de Maringá. A iniciativa conta com apoio da ONG Renovatio, Acim Mulher e Shopping Maringá Park. Os atendimentos do mutirão foram agendados previamente pela Secretaria de Saúde.

A secretária de Saúde, Karina Rissardo, destacou a importância da parceria para atendimento da comunidade. “Com mais essa ação, ampliamos os atendimentos de saúde e também promovemos a conscientização da população sobre o ceratocone. A ideia é disseminar informações sobre tratamento e combate à doença”, afirmou. 

O ceratocone é um dos problemas de visão mais frequentes e estima-se que a doença afete cerca de 150 mil pessoas no Brasil. Um dos principais focos da campanha é conscientizar a população sobre o risco de coçar excessivamente os olhos e uso excessivo de telas, principais comportamentos de risco para o desenvolvimento do quadro de ceratocone.

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PorCarlos Jota Silva
Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
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Minha rotina é transformar a curiosidade em informação de interesse público. Eu não apenas conto histórias; eu documento a realidade.
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Próxima Notícia Os casos de coqueluche no estado de São Paulo chegaram a 139 de janeiro ao início de junho, um aumento de 768,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve 16 registros, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde. Causada pela bactéria Borderella, a coqueluche, pertussis ou tosse comprida, como é popularmente conhecida, é uma infecção respiratória. A bactéria se aloja na garganta e, em crianças, pode ser fatal ao causar insuficiência respiratória. Como prevenção, existe a vacina pentavalente, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) aos 2, 4 e 6 meses de vida. Mais dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano e pertussis), conhecida também como tríplice bacteriana infantil, são indicados aos 15 meses e aos quatro anos. A doença tende a se alastrar mais em tempos de clima ameno ou frio, como na primavera e no inverno, quando as pessoas permanecem mais em ambientes fechados. Basta um contato com a tosse ou secreção da pessoa com a enfermidade para se infectar. Altamente transmissível, a coqueluche pode gerar, a cada infecção, 17 casos secundários. O potencial de transmissão é semelhante ao do sarampo e da varicela e muito maior do que o da covid-19, que gera em torno de três casos secundários a cada infecção. Vacina Segundo a Secretaria de Saúde, a vacinação é a melhor forma de prevenção e deve ser realizada nos primeiros meses de vida, aos 2, 4 e 6 meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses. A imunização - conhecida como pentavalente - está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas e é distribuída pelo Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI). A recomendação da Secretaria Estadual de Saúde é que gestantes e profissionais de saúde também tomem a vacina. O DPNI ampliou de forma excepcional e temporária a vacinação dos profissionais de berçário e creches que atendem crianças de até quatro anos, com a vacina adsorvida difteria, tétano e coqueluche (dTpa). A diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria de Saúde de São Paulo (SES-SP), Tatiana Lang, explica que, apesar da eficácia em prevenir surtos da doença, a vacinação precisa de reforços periódicos. “A imunidade não é duradoura, por isso, é importante reforçar a vacinação, que está disponível em todos os 645 municípios do estado de São Paulo”, enfatiza. Neste ano, a cobertura vacinal para o imunizante atinge 76,3% do estado. Fases A coqueluche começa com a fase catarral, que dura até duas semanas, marcada por febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca, sendo a mais infectante quando a frequência e a intensidade dos acessos de tosse aumentam gradualmente. A segunda fase, que dura de duas a seis semanas, é a paroxística, com febre que se mantém baixa, seguida de crises de tosse súbitas, rápidas e curtas, que podem comprometer a respiração. Na fase final, de convalescença, os sintomas anteriores diminuem em frequência e intensidade, embora a tosse possa persistir por vários meses. Quem tiver dúvidas sobre a vacinação pode acessar o portal “Vacina 100 Dúvidas” com as 100 perguntas mais frequentes sobre vacinação nos buscadores da internet. A ferramenta esclarece questões como efeitos colaterais, eficácia das vacinas, doenças imunopreveníveis e quais os perigos ao não se imunizar. O acesso está disponível no link. Casos de coqueluche crescem 768% no estado de São Paulo
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